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Conheça os colunistas
Na verdade, qualquer pessoa pode ser colunista da Adelaides. É só se cadastrar e enviar o seu texto.
Mas para quem quiser saber um pouco mais, aqui estão breves perfis dos colunistas mais frequentes. Só para você saber com quem está falando.
Em ordem alfabética:
 
Ana Maria Reczek Smaniotto
Catarinense, mas mora em Porto Alegre para cursar Publicidade e Propaganda na UFRGS. Corajosamente produziu, editou e xerocou seis números de um fanzine autodepreciativo chamado Minha Fantástica Vida. Fez estágios em várias agências de publicidade, fez um curso de webdesign no Senac, fez este site. Hoje é pesquisadora bolsista do CNPq na UFRGS, estudando interações mediadas por computador.
Danielle Lourenço
Pediram pra Dani fazer uma descrição dela mesma, mas ela achou isso muito difícil. Isso porque ela é uma moça de 19, quase 20 anos, nascida sob o signo de Peixes e com ascendente em Gêmeos. Traduzindo: A Dani é romântica demais, racional demais, certinha demais, mau-exemplo demais, delicada demais, rígida demais, ama demais, odeia demais, tem alergia a um monte de coisa que ama, faz ballet clássico e canta em bandas de metal, ama matemática e história. Volatilidade? Insanidade?Incompatibilidade? Imagina…!
Diego de Mathia Firmino
Publicitário, radialista, projeto de escritor. Odeia playboys, patricinhas, apesar de ter crescido entre eles. Pensa em escrever um romance que está na sua cabeça, mas nunca sai dali. Adora fotografias, ama essa tal arte tão cuidadosa e bela. Tem giletes nas gavetas, caso precise mudar de planos. Come miojo sete em sete dias na semana e ainda ri das piadas idiotas das pessoas idiotas que fazem da sua vida uma pequena aventura. Já transou em lugares inimagináveis. Leu coisas que você deveria ler, e vive num mundo imaginário. Já coordenou retiros e hoje pensa que Deus é mais legal do que pregavam...
Gilmar Júnior
Gilmar Júnior é o mais velho e o menor dos filhos de Gilmar Pai e Maria do Carmo Alves Silva. Sempre se meteu a escrever sobre os outros. Jamais conviveu com críticas a si mesmo de forma pacífica. Apaixonado por Cyndi Lauper, Gilmar tem uma grande frustração na vida, que estaria completa se ele cantasse com a sua Cyndi. Adora chocolate e sofre com as espinhas. Tenciona fazer musculação, mas prefere cuidar dos neurônios lendo livros subversivos.
Luiz Felipe Zago
“Um verme passeia na lua cheia”
Luiz Felipe Zago nasceu num frio inverno de 1983, exatos nove meses depois de os corpos de seus pais se encontrarem sob os lençóis quentes de novembro do ano anterior. Desde já se fez notar por ser uma criança insuportável, gritona e chorona, consumista, superficial e boba. Das fases mais negras de sua curta existência foi ter concebido Madonna como um ícone da alta cultura humana. Com passos incertos, tropeços e quedas, Luiz Felipe entrou para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se forma no ano de 2005 como bacharel em Jornalismo. Uma grande merda, pois a profissão já prescinde de diplomados. É colunista dos jornais O Gramadense, Die Volkszeitung von Igrejinha e Somos Notícia. Nas horas vagas escreve contos e crônicas, dorme, toma chimarrão e investe na manipulação sexual auto-induzida.
Isadora S. Mendes
Isadora S. Mendes: Um pseudônimo obviamente. Ela é tão sincera nos seus textos que, como qualquer ser humano normal, tinha que mentir algo. Por isso mentiu o nome.
Fruto da tarde chuvosa de natal de 1982, nasceu libriana no ano seguinte. Teve uma educação evangélica, estudou num colégio católico, tem um leve interesse sobre wicca e já se apaixonou perdidamente por um convicto adorador de Satã.
Já quis ser agente do FBI (e trabalhar do ladinho de Fox Mulder), piloto de avião, delegada, atriz, diplomata.
Sonho alimentado desde a adolescência: Juntar dinheiro e ir à Inglaterra conquistar o coração do príncipe Willian. Porém, ultimamente, tem desconfiado seriamente da opção sexual do nobre inglês.
Acabou fazendo direito. Pretende agora ser professora e advogada atuante no tribunal do júri.
Já foi uma menina boazinha, certinha, amante de novela mexicana. Sempre se fodia. Hoje é má, principalmente na TPM.
Valéria Lima Brinhol
Nasceu em 09/04/1985, "tão dramática que seu primeiro choro soava fúnebre". Desvinculada dos parâmetros idealizados, cria as próprias idéias. Frustrada durante a infância na tentativa de ser escritora, pretende agora ser integrante da Academia Brasileira de Letras. Não bebe, não fuma e não gosta de Rock. Embora as inúmeras tentativas da família em fazer dela uma bailarina ou boneca de desfile de moda, o único concurso que ganhou na vida foi um troféu de melhor redação da escola. Receia em aceitar que Platão, Aristóteles e similares tenham opiniões melhores que a sua, só porque eles eram eles. Quando todas as outras preferiram gatinhos e cachorros na infância, criou uma galinha preta e isso já era um broto de sua repugnância ao "tem que ser assim". Foi convidada para ser colunista, aceitou e veio parar aqui.
Vitor Fogassa
18 anos de vida, 5 de trambique. Gosta de Rock, balada e pop... Acredita no amor e em extraterrestres. Cursa Comunicações Sociais com ênfase em Publicidade e Propaganda e trabalha com desenho técnico voltado para engenharia civil. Tem entre seus maiores sonhos: Ir à Disney, ser invisível e viver de fotografia música ou cinema, mas o único trabalho que realizou foi um filme pornô com a empregada no quartinho secreto de sua casa. Era defensor do nazismo e odiava caboclos e crianças remelentas... Mas foi ver o filme "A Outra História Americana", com Edward Norton e ficou bonzinho. Tem seu dialeto próprio. Produz alguns textos, rouba outros sem a menor cerimônia. Faz o tipo "Milhouse" (aquele amiguinho CDF do Bart Simpson), mas no fundo é um grande conquistador de mundanas. Nas horas vagas, toca bateria meia-boca e joga conversa fora com os amigos. Mais alguma coisa?